segunda-feira, 5 de junho de 2017

Sobre balas e bolos

Depois de algum tempo juntas, acabo de te deixar. Preciso passar algum tempo em casa.

Enquanto estou no metrô vejo três senhores papeando sobre a vida... Falam de futebol, do carro que não funcionou, do dia de trabalho, sobre ser domingo a noite... Mas, além de tudo, estavam compartilhando um novo sabor de bala. Para eles, ela era incrível por ser azedinha, fresca, "parecendo eucalipto".

Parei pra pensar.

Naquele momento, ainda te sentia junto de mim, e queria que aquela sensação durasse o maior tempo possível, em ter seu cheiro perto de mim e aquele gosto de vida. Mesmo assim senti uma vontade forte de algo doce.

Talvez minhas papilas reconhecessem o sabor que você tem em minha vida, ou só quisessem pedir de novo aquele sabor, igual ao de ter um bolo quentinho e fofo saindo do forno, vendo que toda aquela receita atrapalhada deu certo, e se sentir orgulhosa em ter um bolo alto e com uma cobertura brilhante e gostosa pra admirar.

Esse amor, essa relação num domingo à noite não é um sabor de bala de eucalipto nova.

É bolo doce.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Tô aqui

Aqui é como um refúgio...
Às vezes lembro e volto só pra tomar um ar fresco, às vezes pra pensar, às vezes pra ficar.

Mas assim como o vento, passa.
Passa sem deixar de ficar.

Por isso, eu passo e fico.
Eu fico.
E passa.

domingo, 12 de junho de 2016

Um jardim de 🐞

Construção
Aprendizagem
Falta de palavras

Falta de palavras

É muito difícil descrever o que a gente sente e colocar em palavras todo momento, olhar, brincadeira e conversa séria que a gente tem.
Por isso eu passo dias escrevendo a mesma coisa, e reescrevendo, reescrevendo...
Durmo em cima do caderno e ele já tá até manchado de chá derramado,
Mas continuo escrevendo...

Até agora ainda não tenho nada escrito, e ainda pensando...

Sinto falta desse equilíbrio, dessa beleza que entrega em minha vida.
De saber que posso errar, acertar, me chatear e mesmo assim sem deixar de ser eu, de ser nós.

Tem todo esse papo sobre comida afetiva e não sei o que, mas a gente pode sair pra comer uma coxinha e dar risada?

Amor é uma coisa estranha...

domingo, 5 de junho de 2016

Sem rascunho

Tanta coisa já passou,
Tantas vezes o mundo já girou...

Ando aprendendo todos os dias contigo,
E talvez essas sejam as primeiras palavras que direciono à você por aqui.

Assim que você foi embora, a terra chorou. E anda chorando até hoje.
Estou aqui agora olhando a chuva cair e não deixo de pensar em você e em como é diicil viver com a saudade.
É uma luta por dia, uma vitória por hora.
Mesmo assim fico muito feliz em ter te conhecido e por estar onde estou/mos.

Não me sinto satisfeita com esse texto hoje, mas como sempre, precisava dizer.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Não entendo

É como se eu estivesse esmaecendo e sumindo numa neblina sem fim.
Você não estende a mão.
Olha e chora, simplesmente.
Você não me estende a mão.
E só...
Me deixa ir.

Por outro lado, não quero mas vou.
Espero sua mão e os dedos quentes nesse frio nebuloso.
Estico os tendões pra te alcançar, mas nunca chego.
Não consigo ver que você
Olha e chora, simplesmente.
E me deixa ir.

sábado, 25 de outubro de 2014

231013

O que eu só vejo em você
O que eu vejo só em você
O que eu vejo em você: só
Só eu vejo em você, o quê?
O quê, o quê, o quê?
Só você

Você: só

Fly away 💭

segunda-feira, 7 de julho de 2014

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